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quinta-feira, 11 de agosto de 2022

Revista Dynamite - parte 1/2



A revista Dynamite era uma das minhas prediletas, pois não focava em apenas uma vertente musical, tinha muitas bandas do underground que raramente (ou nunca) apareciam em outra publicação, saia sob o ISSN 1415-2460.

Algumas edições digitalizadas já estão disponíveis gratuitamente para download, são mais de 80. Contribui com os scans das edições 4, 8 e 21, que foram tratados digitalmente para depois serem disponibilizadas.


Montagem com alguns logotipos usados pela revista Dynamite




Lançada em agosto de 1991 como fanzine, foram 127 edições até dezembro de 2014, incluindo as digitais. Em 2005 a tiragem era de 5000 exemplares.

Tenho 44 edições impressas no total, dessas apresento aqui apenas 28, com os links para download dessas respectivas edições, enquanto as outras ficarão para uma segunda parte.



Algumas das minhas edições impressas da revista Dynamite




As revistas no inicio tinham o tamanho de 21 x 28 cm, destas tenho 28 edições.

1992 - Ano 1

Só tenho uma dessas raridades, a edição número 4, e esta foi escaneada para ser disponibilizada digitalmente depois do tratamento.


Edição número 4 da revista Dynamite



1993 - Ano 2

Nesta fase tinha o subtitulo de UNDERGROUND INFORMATION - Sexo, Política,  Comportamento, Quadrinhos e Muito Rock'N'Roll!!!

As edições que tenho são: 


Edições de 1993 da revista Dynamite, números 7, 8, 9, 10 e 11.



1994 - Ano 3

Nesta fase foram apenas 4 edições e tenho todas. Na edição 15 é a última com o subtitulo de UNDERGROUND INFORMATION - Sexo, Política,  Comportamento, Quadrinhos e Muito Rock'N'Roll!!!



Todas as edições de 1994, números 12, 13, 14 e 15


1995 - Ano 4


Deste ano tenho apenas duas edições. A edição 16 foi a última com o subtítulo UNDERGROUND INFORMATION. A partir da edição 17 se iniciou o logotipo clássico da revista.



Edições 16 e 19 de 1995 da Revista Dynamite


1996 - Ano 5

Foram apenas 5 edições neste ano e tenho todas.



Todas as edições de 1996 da revista Dynamite, números 20, 21, 22, 23 e 24.

1997 - Ano 6

Das 5 edições deste ano tenho 4.



Revista Dynamite, as edições de 1997 que tenho são os números 25, 26, 28 e 29



1998 - Ano 7

Foram apenas 5 edições neste ano e tenho todas.




Todas as edições  da revista Dynamite de 1998, os números 30, 31, 32, 33 e 34


1999 - Ano 8

Deste ano tenho apenas 2 edições.



Edições 35 e 36 da revista Dynamite de 1999


A segunda parte da minha coleção da revista Dynamite continuará em breve.

Caso tenha interesse em outros textos sobre revistas, já escrevi sobre:
Revista Mosh (1153)
Revistas de Rock (+Rock, Os Melhores do Metal, Feras do Rock, Frente, Metal Massacre, Tri-Rock)(2212)
Revistas Musicais (Bate Cabeça, Beatz, Carta Capital, DJ World, Extase, Marcelo D2 apresenta: Hip-Hop Rio, Mix Music, SomBlack, Sonzera!)(3054)

quinta-feira, 21 de julho de 2022

Revista General

Como o nome já diz a revista General que aborda diversos assuntos como música,cinema, política, quadrinhos e nenhuma explicação, era bem generalista. Criada por Rogério de Campos e André Forastieri, foi publicada pela editora Sampa Acme. Teve 16 edições publicadas entre 1993 e 1995. 


 
Montagem do logotipo da revista com as edições que possuo



Essa revista tinha uma fixação bem especifica sobre o ano de 2020, tanto que por um tempo teve uma coluna imaginando como estariam as celebridades em 2020, e em algumas entrevistas também perguntavam.

Eu tenho 8 edições e uma especial do "Fim dos Ramones!".



A edição número 1 custava CR$ 860,00 em dezembro de 1993, com 68 páginas.

Entrevista com Jorge Benjor, e com o empresário Manoel Poladian 

Primeira HQ totalmente gerado por computador Donna Matrix de Mike Saenz.

Na matéria Sexo Anos 90 se falava que a solução é transitar.

Entrevista com Stallone que lançava o filme O Demolidor.

Matéria A História Secreta do Pearl Jam, Igor Cavalera responde e mostra auto retrato, além de nota sobre o Nailbomb.

Uma HQ de duas páginas do Gangrena Gasosa.






Com 68 páginas custando CR$ 1800,00 a edição número 2 de janeiro de 1994.

Matéria do Zeca Camargo sobre o "revivalismo" dos anos 90. Matéria sobre os "cabritos" de motos em São Paulo.

Chico Science e Nação Zumbi

André Barcinski entrevista Martin Scorcese sobre A Época da Inocencia. As diferenças entre Kevin Costner e Clint Eastwood.

Lourenço Mutarelli com "Desgraçados".

Smashing Pumpkins

Matérias sobre o M200 Festival e o Hollywood Rock, Aerosmith.
Henry Rollins por André Forastieri
Melhores de 93 segundo Massari.








Com o preço de CR$ 4500,00 e 68 páginas a edição número 4 saiu em março de 1994.

Portfólio e entrevista com Anton Corbjin, fotógrafo pop.

Entrevista com Raimundos, Radiohead.

Matéria sobre Lobisomens, Quadrinhos de André Torai.

Fim do Apartheid na África do Sul.

André Barcinski explica o futebol Americano.

Matéria com Zé Prego o justiceiro.

Manifesto Cyberdingo por Carlos Miranda.

Espião russo no Rio.





Em maio de 1994 ao preço de R$ 3,90 a edição número 6 com 64 páginas.
Palumbo acompanha uma ronda com os Guardian Angels em Nova York e matéria sobre o Suriname.
A imprensa do futuro segundo Sérgio Kulpas (previsões sobre a internet).
Matéria com Roger Cruz que iniciava na Marvel.
Dez anos da New Wave brasileira com Legião Urbana, Lulu Santos e alguns jornalistas, com várias fotos da década de 80.
Matéria sobre Filmore.
Entrevista com Beastie Boys, Babes in Toyland.
Matéria com Sonic Youth, Professor Antena.
Coluna do Miranda, New Race por Fábio Massari.
Matéria sobre os filmes baseados em gibis que estavam em "andamento" O Corvo e O Sombra.
Cris Couto cobriu o 3º MTV Movie Awards.
Matéria com os redatores da TV Colosso.

Acompanhava uma fita cassete com 12 músicas de Beastie Boys, Blur, The Breeders, Smashing Pumpkins, Radiohead, Morrissey, Blind Melon, Arrested Development, Pato Banton, Guru, US 3 e Pet Shop Boys. Pode ser encontrada no Spotify.






A edição número 8 custava R$ 3,90 em julho de 1994 e com 64 páginas.

Entrevista com a autora Helena Wendel Abramo do livro Cenas Juvenis - Punks e Darks no Espetáculo Urbano.
A volta da loira fantasma. Dingo Punk
Big Pants, a origem da calça oversize.
Dossiê especial sobre os riscos do totalitarismo eletrônico, e entrevista com John Ellis, sócio da produtora do documentário de 1993 Muito Além do Cidadão Kane.
Dez anos da carreira da Madonna.
Barcinski e a influência de Tarantino em Pulp Fiction e Assassinos por Natureza
Igor Cavalera fala sobre o Sepultura.
Matéria sobre a equipe do MTV Sports, os primeiros heróis de HQ do Brasil, Burn:Cycle o primeiro "filme interativo"
Entrevista com Falcão o rei do brega-cult, Dee Plakas do L7, Lady Bug do Digable Planets.





Com 64 páginas custando R$ 3,90 a edição número 10, de setembro de 1994
Matéria sobre os 60 anos do Banco Imobiliário.

Entrevista com um "chefe de morro carioca" que quer sair do crime.

Fotógrafo californiano Steve Nevius mostra seu portfólio.
Matéria sobre Rimbaud, a capa sobre revitalização do Zé Carioca.

Segredos, filosofia e entrevista com Gene Roddenberry, criador da série Jornada nas Estrelas.

Entrevista com Warren Beaty, o baterista do REM Bill Berry, pessoal do IUMA (Internet Underground Music Archive).

Retrospectiva de 1994 e tiras do Adão Iturrusgarai e Cobiaco.






Continua no valor de R$ 3,90, em junho de 1995, a edição número 13 tem 80 páginas, sendo 12 destas a edição 0 da revista Heavy Metal Brasileira, que era o brinde anunciado na capa.

Na capa e matéria principal foi com a Traci Lords, que passou da carreira de atriz pornô para cantora de dance music.


















A edição número 15 continuava com o valor de R$ 3,90 e com 80 páginas em 1995.

Capa e entrevista com Quentin Tarantino, enquanto estava filmando o hoje clássico From Dusk Till Dawm.

Entrevista realizada pela rádio canadense e traduzida para a revista com o escritor William Gibson, autor de Neuromancer.














Também tenho a edição extra da General, que é um superposter com a noticia que o Ramones estava prestes a acabar.




Edição extra de Julho de 1995.

Edição extra, uma revista poster com uma noticia que ninguém do mundo do rock gostaria que acontecesse.







Uma segunda versão da revista, chamada "General Visão", foi lançada em 1998, tendo apenas uma edição ("nº 0").


Links complementares:
Matérias Antológicas - "Como Se Portar na Cadeia"


Caso goste de revistas sobre música, tem mais sobre o assunto em:
Revista Mosh (1520)
Revistas de Rock(+ Rock, Os Melhores do Metal, Feras do Rock, Frente, Metal Massacre, Tri-Rock) (2580)
Revistas Musicais (Bate Cabeça, Beatz, Carta Capital, DJ World, Extase, Marcelo D2 apresenta: Hip-Hop Rio, Mix Music, SomBlack, Sonzera!) (3421)

terça-feira, 12 de março de 2019

Filmes (Cinebiografias) e livros - Edward Snowden

Este é um dos caras mais controversos no mundo da T.I., alguns o consideram herói, outros o consideram traidor, ficou conhecido mundialmente em junho de 2013 ao expor diversos documentos da NSA, em que mostra o funcionamento de diversas operações de espionagem dos EUA tanto em outros países quanto de seus próprios cidadãos.
Aproveito aqui para reunir alguns filmes, documentários e reportagens para o entender melhor.


Snowden: Herói ou Traidor (2016)

Cinebiografia dirigida por Oliver Stone, talvez a mais conhecida cinebiografia, conta um pouco da história da vida particular e sua trajetória até o exílio, atualmente ele se encontra na Rússia,porém quando revelou os documentos da NSA estava em Hong Kong.

Citizenfour (2014)



Documentário realizado pela Laura Poitras, narrando como foram foram feitas as revelações dos documentos da NSA para ela e para Glenn Greenwald.



Entrevistas

A Globo conseguiu realizar o reencontro de Glenn Greenwald, David Miranda e Laura Poitras com o Snowden, como pode ser visto nesta entrevista cuja versão na integra tem 47 minutos e da reportagem resumida que passou no Fantástico (13 minutos) em 2014.

Em 2017 Luciana Genro, Glenn Greenwald e David Miranda conversaram com Snowden via skype, esse vídeo pode ser visto aqui (27 minutos).

Livros


Li apenas 3 livros sobre o Snowden, foram:




de Luke Harding, é legal para entender o que aconteceu no caso Snowden de um ponto de vista independente.





Sem Lugar para se Esconder 


do jornalista Glenn Greenwald, conta como ele foi escolhido para ser  o "porta voz" do que seria o maior vazamento de informações do mundo, fazendo todos começarem a debater sobre privacidade.

Um quadrinho muito bem feito, arte muito legal, com todas as referências creditadas no final, melhor que muito livro. Uma biografia em quadrinhos.



terça-feira, 30 de outubro de 2018

Séries baseadas em Quadrinhos (somente 28)

Como gosto muito de quadrinhos e seriados, e as séries baseadas no mundo da sétima arte estão no auge do interesse público, aqui vai uma lista que venho postergando a pelo menos 2 anos. 

São 3 excelentes séries, e HAPPY! é bem "fora da caixinha", precisamos de mais coisas assim
 Image (3)Editora que nasceu da saída de diversos artistas da Marvel/DC devido brigas por direitos autorais.

The Walking Dead - 2010-atual
Talvez a série de maior sucesso das listadas aqui, tanto sucesso que gerou até um spin-off Fear the Walking Dead, que já tem 4 temporadas completas.

OutCast - 2016-2017
Do mesmo criador de The Walking Dead, Robert Kirkman, infelizmente essa série de terror durou apenas 2 temporadas.

Happy! 2017-atual
Baseado em um quadrinho do Grant Morrison, um dos melhores roteiristas de todos os tempos, na minha opinião. Surreal e única como somente o Morrison poderia fazer, apenas 8 episódios. 

Séries atuais da DC da época do Arrow até Titãs
DC Comics (8)
É a editora da trindade (Superman, Batman e Mulher Maravilha), que originou os super heróis com fantasias.

Arrow (Arqueiro Verde) 2012-atual
Série pioneira na CW, que com o sucesso trouxe alguns spin-off, mostrando a origem do Arqueiro Verde, na segunda temporada teve o Exterminador, que já aparece como easter egg no episódio piloto.

The Flash 2014-atual
Com o sucesso de Arrow a CW decidiu mais na DC e trouxe Flash, com um clima bem mais leve, contrastando um pouco com o clima dark da anterior.

DC's Legends of Tomorrow 2016-atual
Com tantos personagens  tanto em Arrow quanto em Flash, foi criada esta série para aproveita-los e mostrar muitas viagens pelo tempo deste universo, mas o enredo é bem simples.

Supergirl 2015-atual
Assisti apenas os episódios que fazem parte dos crossovers com as outras séries da CW, como o crossover Invasão.

Krypton 2018-atual
[Glória Pires Mode-On] Não posso opinar.Nunca assisti

Black Lightning (Raio Negro) 2018-atual
Lembra do Super Choque? Aqui ele é um senhor casado e pai de duas garotas. A trilha sonora da série é fenomenal, acho o ator principal sem carisma, mas a série é divertida.

Gotham 2014-atual
Acompanha como o jovem Bruce Wayne se torna o Batman, e tambem a ascencao dos viloes como o Pinguim, Charada, Mulher Gato e do comissario Gordon.

Titãs 2018-atual
Diferente do tom do universo das séries da CW, é bem mais realista e sombrio. Ravena e Estelar de uma forma que nunca tinha visto.


Séries do selo adulto da DC Comics
Vertigo (4)
Selo de estórias adultas da DC Comics.

Constantine 2014
A série foi legal, mas teve pouca audiência, e apenas 13 episódios.O protagonista foi tão carismático que acabou até aparecendo em algumas séries da CW e dubla o personagem nas animações.

iZombie 2015-atual
Muito diferente dos quadrinhos, a abertura é feita pelo desenhista criador das HQs, Mike Allred. Comédia bem divertida. Especialmente a parte das receitas.

Lúcifer 2016-atual
Baseada na HQ homônima, que é derivada do universo de Sandman, de Neil Gaiman. O personagem já existia, porém a versão de Gaiman o popularizou.

Preacher 2016-atual
Um dos meus quadrinhos favoritos de todos os tempos, e a série adapta muito bem o clima da HQ, a primeira temporada demora um pouco pra ficar legal, mas vale muito a pena assistir. Não recomendado para pessoas sensíveis e politicamente corretas.


Minha editora favorita, exceto Agents of Shield, assisti todas as séries, recomendo a grande maioria
Marvel (13)
Minha editora predileta, especialmente os mutantes.

Demolidor 2015-atual
Talvez a melhor das series da Netflix. O heroi que vive apanhando e a terceira temporada consegue ser ainda melhor, com o Mercenario e Rei do Crime

Jessica Jones 2015-atual
Uma heroina bem diferente de todas as outras que costumamos ver. Aguardando a terceira temporada.

Luke Cage 2016-2018
Foram apenas duas temporadas, mas boas. Diversas participacoes especiais, ate do Method Man (Wu Tang Clan).

Punho de Ferro 2017-2018
A primeira temporada foi meio fraca e na segunda melhorou bastante, dando protagonismo a quem realmente merecia. Pena que foi cancelada quando tinha chance de melhorar.

Defensores 2017
A junção do Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro, guardada as devidas proporções seria algo como os Vingadores da Netflix.

Justiceiro
Um pouco enrolada no começo, para apresentar os personagens, mas depois que engrena fica boa. O Jon Bernthal é a cara do Justiceiro no traço do Steve Dillon.

Agente Carter
Estórias do universo Marvel na década de 40, série muito divertida, infelizmente durou apenas 2 temporadas. Interessante ver o Howard Stark (pai do Homem de Ferro) e o Jarvis agindo com a Peggy Carter.

Agentes da SHIELD 2013-atual
Assisti apenas os 3 primeiros episódios, mas tenho vontade de assistir o resto por ser fã da Marvel e saber que tem diversas menções e aparições de vários personagens.

Inumanos 2017
Infelizmente uma das piores séries desta lista. Se quiser arriscar foram 8 episódios. Pouco se salva nesta série, uniformes e caracterização até valem a pena.

Legion
Uma série extremamente bem feita, com tratamento diferenciado nas imagens, cortes e toda parte técnica, combina muito com o personagem de múltiplas personalidades. Artisticamente é a melhor das listadas aqui, porém enredo complexo para quem não quer raciocinar assistindo.

The Gifted 2017-atual
Apesar de atores desconhecidos a série tem o clima das HQs, muito legais as estórias, e vários personagens conhecidos do universo dos mutantes. Recomendo muito.

Runaways 2017-atual
Uma das minhas HQs prediletas, embora a personagem Fortona esteja bem diferente (mais velha), a série manteve muito do quadrinho de Brian K Vaughan, um dos melhores roteiristas.

Manto e Adaga 2018-atual
Apesar de um pouco diferente dos quadrinhos, ainda assim mantém o paradoxo do claro e escuro (yin-yang) que tanto me fascinou. Muito bom ver na "TV" estórias de personagens que lia nos formatinhos do Homem Aranha da Editora Abril.