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terça-feira, 21 de dezembro de 2021

Revista Som Na Caixa by Kaskata's




Uma revista da equipe Kaskatas, que a partir da quinta edição saiu sob o ISSN 1519-1508, para promover algumas músicas, tenho os 6 CDs, perdi uma das revistas impressas.

Apesar das grafias de muitas músicas e artistas estarem erradas em alguns casos, era um dos poucos meios de obtermos noticias ou escutar as músicas dos CDs que vinham encartados.

As revistas da Kaskata's que tenho são:



A revista Som Na Caixa número 1 tem apenas 20 páginas, não tinha ISSN e é de 1999, custava R$ 9,90.

Na capa o De Menos Crime, e as 2 páginas centrais contém uma entrevista com o grupo, que era febre devido o hit Fogo na Bomba.

Tinha também 2 páginas com 18 "top 10s" de lojas de discos e danceterias.

Acompanhava também um CD com 10 faixas da Kaskata's Records cujo título é Som Na Caixa vol. 1, a integra pode ser ouvida aqui, e entre as músicas do CD as 3 que destaco são:

Capa e imagem do CD encartado na revista Som Na Caixa Volume 1






Na segunda edição o número de páginas aumenta para 36 e o valor continua em R$ 9,90, sendo que vem com um poster central do Xis, que além de capa tem mais  2 páginas de entrevista.

Os artistas nesta edição são Elementos da Terra, DJ Negro Rico, NDee Naldinho, DAS EFX no Brasil, 

Nesta edição reduziu para 8 os top 10 de danceterias. 

O CD que acompanha a segunda edição vem com 10 faixas nacionais e internacionais Som Na Caixa vol. 2, as nacionais são 6 e podem ser ouvidas aqui

Capa e imagem do CD encartado na revista Som Na Caixa Volume 2





Uma curiosidade é que nesta edição da revista não fizeram as configurações de textos corretamente e muitas palavras com acentuação ficaram sem as letras na impressão final.

A capa e o poster central são do grupo Jigaboo e mais 2 páginas de entrevista, o grupo era o P.M.C, DJ Deco e Suave, que mais tarde ficou conhecido como o Dogão, da música Dogão é Mau.

Entrevista com Raekwon do Wu-Tang Clan, quando esteve no Brasil para o show de 3 anos do programa Espaço Rap da 105 FM.

O CD encartado nesta edição tem 15 faixas é o Som Na Caixa Volume 3, e pode ser ouvido aqui, entre as músicas destaco:
Capa e imagem do CD encartado na revista Som Na Caixa Volume 3








Perdi minha revista número 4, só sobrou o CD,  Som na Caixa vol 4 que contém a clássica do RPW - Pule ou Empurre, além de Facção Central e o Verbo Pesado.


Capa e imagem do CD encartado na revista Som Na Caixa Volume 4








A quinta edição tem 36 páginas , custava R$ 9.90 e já tinha ISSN  1519-1508, a tiragem dobrou, e a partir desta aumentou para 40000 exemplares.

Na capa, poster central e entrevista de 2 páginas com o 509-E, que eram o Afro-X e o Dexter.

As playlists aqui já eram apenas de rap nacional com os mais vendidos e 3 listas com o top das rádios 105 FM, Imprensa FM e RCP FM.

No CD  Som na Caixa vol 5  são 14 faixas de rap nacional, com De Menos Crime, Rappin Hood e PMC, entre outros.

Capa e imagem do CD encartado na revista Som Na Caixa Volume 5







Na sexta edição já são 52 páginas com poster central e capa do Ndee Naldinho além de duas páginas de entrevista.

Entre os artistas que aparecem nesta edição estão Expressão Ativa, Império Z.O., Rasta Ragga, Racionais MCs, Cartel Central, Realidade Urbana.

Matérias sobre o Prêmio Hutus 2001, Hip Hop Londrinense e 3º Campeonato Brasileiro de Break Dance, FEBEM Guaianazes além do Top 10 das lojas e top 12 dos artistas, Graffite.

No CD Som na Caixa vol 6 são 14 faixas de rap nacional incluindo o clássico do RZO - Pobre no Brasil Só Leve Chute, Doctor MC's, Facção Central, Ndee Naldinho e outros.

Capa e imagem do CD encartado na revista Som Na Caixa Volume 6






Rap Poster by Kaskata's


Como bônus deixo as imagens dos CDs da Rap Poster by Kaskata's, o próprio nome já descreve a revista era um poster, e das minhas restaram apenas os CDs.


Capa e imagem do CD encartado com a Revista Rap Poster by Kaskata's número 2






Capa e imagem do CD encartado com a Revista Rap Poster by Kaskata's número 5



Caso goste de revistas sobre música já escrevi mais sobre o assunto em:

quinta-feira, 7 de outubro de 2021

Revistas Musicais

Continuando a minha organização de coleção de revistas, aqui estão as revistas musicais que tenho, exceto as mais voltadas para o rock (que tenho muitas), e algumas outras que merecem um post próprio. 

As revistas apresentadas aqui estão em ordem alfabética e são:

  • Bate Cabeça
  • Beatz
  • Carta Capital
  • DJ World
  • Extase
  • Marcelo D2 apresenta: Hip-Hop Rio
  • Mix Music
  • SomBlack
  • Sonzera!





A revista Bate Cabeça acompanhava um CD, da Editora D+T, tenho a primeira edição, que são 20 páginas, custava R$ 9,90.

Wu-Tang Clan além do poster central tem uma página dedicada a cada integrante com uma ficha com nome real, apelidos, discografia solo e um pequeno texto com comentários. 

Entrevista com o SNJ de 2 páginas, e uma página com noticias divididas entre o Black Rob e o Pharaohe Monch.

Na última página tem a letra da U.B.C. dos Doctor's MC's.

No CD eram 10 faixas, apesar das grafias erradas tinham faixas nacionais e gringas, destaco:





A revista Beatz saiu pela DS2 Pool Editora iniciada em abril de 2003, e tenho os números 2 e 7. usou o ISSN 1678-5991.


A segunda edição tem 68 páginas e custava R$ 5,90, em maio de 2003, na capa e em mais 4 páginas estava Amanda Lepore.

Yoko Ono teve cinco páginas de entrevista sobre o lançamento do disco Walking on Thin Ice.

Tem 4 páginas sobre os DJs responsáveis pelos remixes da Madonna.



A sétima edição da revista Beatz tem 68 páginas e custava R$ 5,90, é de outubro de 2003.

Entre os artistas que estão nas páginas estão Chicks On Speed, DJ Patife, Front 242, Josh Wink e Z'África Brasil.

Uma reportagem da cena belga de EBM (Eletronic Body Music) e New Beat.








Carta Capital não é uma revista musical, mas uma revista com Mano Brown sendo entrevistado era muito difícil, tenho apenas a edição 310 de setembro de 2004, com o ISSN 0104-6438, esta edição teve a tiragem de 56500 exemplares e custava R$ 6,50.

O título da reportagem é bem interessante, "Brown, o mano charada" e no destaque da primeira parte "A aura é de idolatria, medo e mito, mas Mano Brown personifica mesmo é a tênue ligação entre o Brasil que tem e o que nunca teve", repare que a palavra mito ainda era associada a boas pessoas.




A revista DJ World saiu pela editora HMP com ISSN 1414-9842, desta eu tenho a edição 3. custava R$ 9,90 em fevereiro de 1998, com 52 páginas.

Entre os artistas presentes nesta edição estão Will Smith e o  U2. 

Uma lista de algumas das danceterias do Brasil com 4 páginas.

A revista DJ World - Cultura Noturna da Agata Editora com ISSN 1519-3217, tenho a edição 6 de abril/maio de 2002, custava R$ 10,90 com 68 paginas.

Na capa esta o Fatboy Slim, além de entrevista com ele ainda tem matérias com Carl Cox, Miss Kittin & The Hacker, 

Ainda tinha uma matéria sobre o saudoso Hell's Club (94/98), namoradas de DJs, vocoder, e ainda 4 páginas de playlists dos DJs.

A acompanhava um CD com 10 faixas de House e Techno mixadas pelos DJs MauMau e Renato Lopes.


Encarte e CD que veio com a revista DJ World nº 6 da Editora Agata








A revista Play Music - Extase veio com um CD, tenho apenas a edição 4, saiu sob o  ISSN 1518-4447, pela OL Editora, e são apenas 16 páginas.

Tem uma matéria de 4 páginas sobre música eletrônica, e uma coluna sobre Rave.

Matéria de 2 páginas sobre o movimento clubber, e curiosamente ainda tem um "Pequeno dicionário de música eletrônica" com 4 páginas.

Encartado com a revista veio um CD com 10 faixas.







Saiu pela Net Records e vinha como encarte do CD Marcelo D2 apresenta Hip-Hop Rio, no outono de 2001.

O Hip-Hop Rio era uma festa itinerante carioca que reunia os grupos para tocar em diversos locais.

A coletânea era muito boa conheci alguns artistas que ainda admiro até hoje, a última faixa eram todos que participaram fazendo seus agradecimentos Hip-Hop  Rio All Stars - A Última do Disco.

Poster interno da revista Marcelo D2 apresenta Hip-Hop Rio

Das treze faixas posso destacar:



Mix Music da Net Editora, tenho apenas a sexta edição de dezembro de 1997, tem 48 páginas e custava R$ 4,00.

Com o Racionais MCs na capa e uma matéria de 3 páginas cobrindo o lançamento do disco Sobrevivendo no Inferno.  

Outros artistas que estão são DJ Mau Mau, Goldie, Jamiroquai, Neneh Cherry, Spice Girls, 






A revista SomBlack da Editora Simbolo, tenho apenas a edição número 3, de agosto de 1997, com 52 páginas, foi derivada da Revista Raça, e iniciada em 1997,  com o ISSN 1414-7386.

A abrangência musical ia desde o rap , reggae, Jazz, MPB, samba, pagode e rhythm and blues.

O que interessou nesta revista foi a reportagem de 3 páginas com Tupac e a com o Câmbio Negro







O subtítulo da Revista Sonzera! era " O mundo da música eletrônica: Techno - Drum & Bass - Trance - Estilo - Cultura - Atitude!".

Tenho apenas a edição número 1 de julho de 2002, saiu pela  Editora Escala sob o ISSN 1677-2873, com 52 páginas.

Entre os artistas que aparecem estão The Prodigy, Moby, Altern 8 e DJ Rica Amaral. Ainda tem entrevista com o criador do "E".






Planilhei as revistas sobre música (exceto as voltadas para o rock) que tenho com o que consegui de informação, e conforme conseguir mais, vou atualizando aqui também.







Caso goste de revistas sobre música já escrevi mais sobre o assunto em:


Alguns links interessantes:
https://revistasdjsedancemusicabrasil.blogspot.com/2012/10/dj-world-nova-editora-no-1-2001.html

segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Revista Pode crê!


Organizando minha coleção de revistas encontrei algumas raridades e entre elas as quatro primeiras edições da revista Pode crê!, que era feita pela Geledés com colaboradores do nível de KL Jay e DJ Hum.

É curioso acompanhar a variação de valor da revista que em dois anos passou por três moedas diferentes.











A primeira edição era de fevereiro/março de 1993 e custava Cr$ 35000,00 (Cruzeiros), com apenas 32 páginas, na capa estava Mano Brown, que nesta época era apenas Brown, do Racionais MC's em uma entrevista com 2 páginas, já outra página inteira com o colaborador KL Jay comentando sobre o grupo Arrested Development e tudo o que eles traziam de novo para o rap.

A maior matéria da revista foi sobre Malcolm X, com 4 páginas, ainda tem uma outra página inteira sobre o filme Malcolm X do Spike Lee que seria exibido no Brasil, seis meses depois da estréia nos Estados Unidos.

Tinha uma parte fixa da revista que se chamava perfil, e nesta primeira edição homenagearam o Mauricio Black Mad, que era o dono de uma das três maiores equipes de baile de São Paulo, a Black Mad.

Teve uma tiragem de 3000 exemplares, com exceção da capa, toda a revista é preto e branco.

Algumas das musicas gringas que estavam nos tops da revista eram Silky Slim - Sister Sister (Melô do Susto), C.M.W - Hood Take Me Under e Trilogy - Good Time.






A segunda edição foi de agosto/setembro de 1993 e custava CR$ 200,00 (Cruzeiro Real) já aumentava as páginas para 48, a tiragem também aumentou para 7000 exemplares, continuava toda preto e branco, exceto a capa e o poster da Luna.

Na capa o grupo Vítima Fatal ("Nem A Nem B Só se for D"), e 4 páginas de entrevista. No perfil da vez foi com Willian Zimbabwe

Uma matéria de 4 páginas com as Mulheres no Rap Nacional, destacando Sharylaine, Quettry, Luna, Cris (Lady Rap), Rose MC, e o grupo Tese Real.

Na coluna do KL Jay nesta edição é sobre Dr Dre.

Uma matéria de duas páginas do grupo Moleque de Rua , que cantava as músicas Herodes e O Sósia.

Algumas das músicas gringas que estavam nas listas da revista eram Bo$$ - DeeperShaquille O'Neal - What's Up Doc? (Can We Rock) ft. Fu-Schnickens e o clássico Naughty By Nature - Hip-Hop Horray.





A terceira edição já não informava o mês na capa, apenas o ano de 1994, e o valor já era de CR$ 1800,00 (Cruzeiro Real), já apresentava 2 páginas coloridas no meio para demonstrar aos interessados em anunciar na revista, e 48 páginas no total.  Infelizmente já não informava a tiragem no editorial como nas primeiras.                                                                                                                                                                                                                    Além da capa o Câmbio Negro teve 3 páginas de entrevista, na coluna do KL Jay era a vez do EPMD, e tinha uma matéria com a rainha guerreira Nzinga de 3 páginas, as matérias históricas da revista sempre tinham um pequeno box com as obras consultadas como referencias.    
No perfil desta edição foi com o Luizão da Chic Show com 2 páginas completas. Gabriel o Pensador também recebe matéria de página inteira.

Entre as músicas internacionais citadas nas paradas da revista estavam Dr. Dre - Let Me RideSnoop Dogg - Who Am I (What's My Name)? e Bloods & Crips - Steady dippin'.
 




A quarta edição também de 1994 e o valor de R$ 3,00 (Reais), com 48 páginas, sem informações da tiragem no editorial.

Na capa a dupla mais famosa do rap nacional Thaíde e DJ Hum, e 4 páginas de entrevista, lembrando que o DJ Hum também era um dos colaboradores da revista desde o primeiro número.

A revista ainda tinha uma matéria de 2 páginas com Bezerra da Silva, matéria de página inteira com a Rúbia do RPW, matéria de 4 páginas com N'krumah, matéria de página inteira sobre a versão nacional do Yo! MTV Rap com Primo Preto, 

Na última edição que tenho a parada internacional tinha entre outras as Warren G ft. Nate Dogg - Regulate, Public Enemy - Give It Up e KRS-One - Sound of da Police
                 



Se um dia der coragem quem sabe não escaneio as revistas e disponibilizo, pois são um registro do inicio dos anos 90 e como estava o rap neste período.

Tenho mais de 350 revistas sobre música que estou organizando e preparando alguns textos sobre estas publicações, especialmente da década de 90.

segunda-feira, 17 de maio de 2021

Iluminação - Art-Ilumi Skanzinho - parte 2

Continuação de restauração dos meus equipamentos "vintage" de iluminação, desta vez é o Skanzinho da Art-Ilumi.

Fabricante

A Art-Ilumi, que foi registrada como Art Ilumi Indústria e Comércio de Equipamentos Eletrônicos Ltda, fundada em 28/02/1982, ficava na Avenida Sapopemba, 12010, Jardim Adutora. É difícil encontrar  algum catalogo digitalizado, mas para uma visualização  de alguns produtos encontrei o vídeo Catálogo de Iluminações - ART ILUMI Anos 90.





Condições do Equipamento

Quando retirei do local em que estava armazenado, a situação até que não estava tão ruim, estava bem empoeirado e a sacola que o protegia ressecou, deixando os fragmentos por todo o equipamento.


Equipamento empoeirado e com espelhos muito desgastados


É muito interessante o funcionamento, que pode ser visto uma parte na foto sem a tampa.


Skanzinho sem a tampa superior


Uma pendencia que ficou é de verificar se é possível abrir essa parte e se tem um microfone que encaixa neste orifício, o potenciômetro preciso confirmar se é para ajustar a sensibilidade da recepção do microfone.


Detalhe da regulagem da sensibilidade do Gobo de espelhos



Módulos e Peças

Ele possui um controle com fio, com um potenciômetro, e dois interruptores, sendo um  liga/desliga  geral e outro liga/desliga do motor que seleciona os filtros.


Controle remoto cabeado do Skanzinho




O ventilador que resfria o equipamento é um Sanyo Denki Brushless DC Petit Ace 32, modelo 109PO824H2DO3 24VDC 0,09A.


Detalhe da etiqueta do ventilador que resfria o dispositivo


São 10 filtros dicróicos sendo que um deles é vazado, e os outros nove são figuras variadas que vão de estrelas a pentágonos. 


Frente e verso dos 10 filtros dicróicos do Skanzinho

Para entender melhor o funcionamento dos filtros, fiz um pequeno vídeo (adicionado vídeo em setembro de 2021) .


O motor Sankyo Seiki RMOTD B001 MREO MUCJ24ZB19-H de corrente alternada de 120V, 50 60Hz, 2,8 2,3W, 2,5 3rpm, pesquisando sobre este motor descobri que é usado também nos pratos de forno microondas.


Detalhe da etiqueta do motor que gira os filtros dicróicos


As medidas externas e internas são 17,5 cm de altura, 20,5 de largura e 60 cm de comprimento.


A etiqueta com os dados do equipamento


Pendencias

Borrachinhas de proteção para os fios que saem do equipamento, borracha para microfone, refazer as emendas, e orçar espelhos.


Post Original

Caso queira ver, o post original de setembro de 2009 tem apenas 2 imagens e alguns dados.


Skanzinho - Art Ilumi - 220V
Tempo Máximo Ligado: 30 minutos
Tempo de Descanso: 5 minutos

  • Disco tipo GOBO com dez desenhos
  • Filtros dicróicos para alta nitidez dos desenhos
  • Seleção de desenho
  • Pode-se parar em um desenho pré-escolhido
  • Lâmpada: ELC 24V x 250W
  • Peso aprox.: 8,5 Kg

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Video Mapping

Participei de alguns workshops gratuitos de video mapping, ministrado pelo Coletivo Coletores, na casa São Mateus em Movimento, e para não esquecer do que aprendi, compartilho aqui alguns links interessantes.

Video mapping é uma técnica de projetar vídeos em objetos ou superfícies irregulares, como casas, estatuas, paredes, e onde mais sua imaginação definir.
Abaixo um vídeo com uma pequena amostra do que fizemos nestes workshops:



Antes da existência de projetores como o conhecemos hoje, existia o Joshua Light Show, que fazia projeções psicodélicas com retroprojetores desde 1967.


Softwares


Infelizmente o curso foi feito em notebooks com Rwindows, porém existem alguns outros programas:

Resolume Arena
Software utilizado para aprendizagem durante o curso, necessita de um hardware potente para a edição de vídeos, de preferencia com uma boa placa de vídeo.

Outros softwares que podem ser usados são VPT (Video Projection Tool) , VVVV e Tagtool. Ainda não tive a oportunidade de utilizar estes, porém quem sabe no futuro.




Links Interessantes


PROJETORES

Também conhecidos por projetores multimidia ou data-show, existem projetores de dois tipos:

3LCD (3 Liquid Cristal Display)
Separa a luz branca da lâmpada em vermelho, verde e azul (red, green e blue em inglês, daí o sistema de cores RGB) e enviam essa luz através do painel LCD, que "abre" ou "fecha" determinados pixels, gerando as outras cores e assim projetam a imagem.

DLP (Digital Light Processing)
Processamento Digital da Luz - utiliza um chip com espelhos microscópicos para refletir a luz da lâmpada, gerando uma imagem monocromática, e um disco de cores para colorir a imagem.

 As diferenças/vantagens principais entre os projetores:

Para entender melhor as diferenças no vídeo abaixo a Sony defende o uso do 3LCD, dizendo ter mais brilho na projeção.

Porém a BenQ explica no vídeo as vantagens do uso do DLP



Para entender melhor e se ainda esta curioso para ver um projetor 3LCD por dentro: Link


Outros itens a serem considerados na escolha de um projetor são:
Brilho: Medida em ANSI lumen

Algumas apresentações com Video Mapping


Beyonce - Run the World no Billboard Award 2011 Link

Jennifer Lopez no American Idol 2015 Link

Rihanna e Drake - Work no Brit Awards 2016 Link

Atualização em 2021:
Acabei me lembrando provavelmente da primeira vez que vi Video Mapping , foi no show do Jean Michel Jarre - En Concert Houston / Lyon que passou no final dos anos 80 na Rede Globo.